Igreja de San Maurizio al Monastero Maggiore
Igreja renascentista repleta de afrescos, conhecida como a Capela Sistina de Milão, escondendo um antigo coro de freiras de clausura.
Este guia sobre a Chiesa di San Maurizio al Monastero Maggiore começa com a execução da condessa Bianca Maria di Challant em outubro de 1526, condenada por convencer um soldado a assassinar um dos seus amantes. Passa a esta parede divisória, outrora fronteira entre as freiras beneditinas de clausura e o público, e ao afresco de Bernardino Luini com a decapitação de Santa Catarina, pintado apenas quatro anos após a morte da condessa. Os mexericos milaneses há muito afirmam que o pintor emprestou o seu rosto à santa condenada. Procure a grade entalhada na parede, através da qual as freiras outrora seguiam a missa sem serem vistas.
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