Memorial de Maarjamäe
Muros de pedra negra e um enxame de abelhas de bronze com vinte e dois mil nomes do terror soviético.
Este guia do memorial de Maarjamäe em Tallinn começa com uma pergunta sobre como se mede a dor, diante de um muro negro pontilhado por doze mil abelhas de bronze fundido. Acompanha o Memorial da Estónia às Vítimas do Comunismo, inaugurado em dois mil e dezoito, retrocedendo pela ocupação soviética de mil novecentos e quarenta a mil novecentos e noventa e um, quando mais de setenta e cinco mil pessoas foram aqui mortas, presas ou deportadas, com famílias carregadas em comboios de mercadorias numa única semana de mil novecentos e quarenta e nove. Vai ouvir por que alguns nomes aparecem gravados no muro enquanto milhares de outros são recordados apenas coletivamente. Nas proximidades ergue-se um obelisco soviético mais antigo de mil novecentos e sessenta, outrora iluminado por uma chama eterna entretanto removida.
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