Arco do Teles
Arco colonial sobre um beco estreito, dizem que ainda ecoa o riso de uma lendária feiticeira depois de anoitecer.
Este guia do Arco do Teles no Rio de Janeiro começa com um incêndio antes do amanhecer de 20 de julho de 1790, quando as chamas engoliram a passagem e quase destruíram os arquivos da cidade, e um comerciante nunca chegou a sair. Recua até à década de 1740, quando o dono do arco instalou no piso superior um santuário dedicado a Nossa Senhora dos Prazeres, e às décadas seguintes, quando o beco se tornou uma fila de tabernas e bordéis que até a Igreja acabou por abandonar. Segue a lenda que daí nasceu: a de uma mulher nascida em Portugal chamada Bárbara dos Prazeres, que se diz ter atuado nesta passagem na década de 1790 e ter cruzado linhas muito sombrias.
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